quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Anabiose

(...) Eu o desconheço. És uma sombra vacante. Um vulto alienável, sobretudo por que o desconheço. Qual o teu nome? Não importa! Mas não o desprezo, não sabes quem sou. Por essas linhas pode haver comigo: um campo de batalha perdido. Sim um campo no qual me perco e cuja batalha foste tu quem travou ao fazeres por chamar a atenção dela. Ela não tem culpa. Somente tu: segunda pessoa num singular hostil. Tu és meu ódio, meu oposto?! És um homem e só te manterás assim enquanto manter a teu lado a graça dos olhos que ora ou outra ignoras. Faça-a feliz para que eu possa tentá-lo...

Nenhum comentário: